Casal inseparável: um sonho ou um pesadelo?

16. Julho 2008 por André

O que você acha daqueles casais inseparáveis? Que trabalham juntos, fazem compras juntos, só saem juntos e até mesmo a maioria dos seus amigos são amigos em comum? Leia o que um casal de jornalistas que resolveu tirar a prova descobriu!

Casais inseparáveis podem ser muitas coisas: chatos ou engraçados, dependentes demais um do outro ou felizes por terem sempre a companhia da pessoa amada. Há aqueles que os invejam e há igualmente aqueles que dizem jamais querer viver a vida 24 horas com o homem ou mulher da sua vida. Depois de ler um artigo sobre um casal feliz, que é literalmente inseparável, dois jornalistas, casados e felizes, resolveram tirar a prova. Será que eles também sobreviriam? Não se separando por mais de alguns metros durante um dia inteiro?

Assim o casal passou um dia inteiro junto. Não se separando por mais que alguns metros. A experiência mostrou algumas características do casal, até então desconhecidas, positivas e negativas também.

Ele percebeu que até então jamais havia presenciado a mulher durante todo o ritual de se preparar para sair, desde os cremes após o banho até a maquiagem e o penteado. Ela se deliciou com um café da manhã a dois e com a possibilidade de passar um pouco mais de tempo juntos ao invés de se separarem logo cedo por trabalharem em locais e horários diferentes. Entretanto, ambos odiaram serem obrigados a dividir o mesmo jornal. Indo trabalhar juntos, foi muito interessante para ambas as partes ver pela primeira vez o ambiente de trabalho do outro, ao final do dia, entretanto notaram que havia menos coisas para contar. Ao final de contas, o casal inseparável passou o dia inteiro junto e não tem nenhuma novidade para contar. O casal de jornalistas em questão chegou à conclusão que para eles, tornar-se um casal inseparável estava fora de questão, mesmo achando a experiência em si interessantíssima.

Agora fica a pergunta: o que os casais inseparáveis têm a dizer sobre o assunto? Qual seria a opinião deles se fossem obrigados a passar um (ou mais, por que não) dias separados, não se vendo o dia inteiro.